Até 3 horas de carro: Salinas, Mosqueiro e Algodoal
De barco: Ilha do Marajó, Cotijuba
De avião: Alter do Chão
Salinas
As praias onde as marés oscilam mais de 5 metros, são os principais atrativos de Salinas. A ilha do Atalaia, a 12 quilômetros da cidade, é uma das mais conhecidas e mais visitadas. Lá estão as belas praias de Salinas, Atalaia e Farol Velho que, juntas, possuem mais de 20 quilômetros de extensão. Há ainda pequenos lagos, e dunas de areia branca. Outro destaque é a praia do Maçarico, na área urbana de Salinas. São mais de 2 quilômetros de orla recentemente inaugurada, onde há bares, restaurantes e churrascarias. Visite o mercado onde há peixes e as tapioqueiras. Há ainda as praias das Corvinas, do Cruzeiro e do Amor.
Ilha do Marajó
O maior estuário do planeta é compartilhado pelos rios Amazonas, Tocantins, Guamá, Acará e Moju, entre outros menores. Como anteparo para o mar, encontra-se o maior arquipélago fluvio-marinho do planeta, o arquipélago do Marajó. Somente a ilha do Marajó, com seus 40 mil km2, é maior que o estado do Sergipe ou de um país como a Suíça. Há ainda a Caviana, a Mexiana, a ilha de Gurupá entre milhares de outras. A porção oceânica é dominada por campos alagáveis, onde a ilha “flutua”. Estes são ocupados, principalmente pela predatória pecuária bovina e de búfalos. Na parcela interior, eminentemente florestal, encontraremos a coleta do açaí e de madeiras. As áreas mais visitadas são aquelas próximas a Belém, especialmente a de Soure e Salvaterra, que oferecem praias, passeios a fazendas e uma pequena infra-estrutura turística.
Mosqueiro
A maior das 39 ilhas do município de Belém, Mosqueiro oferece 17 km de praias de rio de areia branca, distribuídas em diversas baías. De bucólico balneário no início do século XX é um dos locais mais procurados pelos belemenses nas férias de verão (julho) e feriados. O nome "Mosqueiro" origina-se da prática tupinambá de moquear peixes e caça para sua conservação.
Cotijuba
Ilha pertencente ao município de Belém, com travessias de 45 minutos de barco a partir de Icoaraci. Possui uma área de cerca de 60 km², uma costa com 20 km de praias praticamente inexploradas e livres da poluição ambiental. Algumas apresentam infra-estrutura de serviços – as do Farol, a do Cravo e da Saudade – e outras são mais selvagens, como a praia do Vai-Quem-Quer e a Praia Funda.
Algodoal
Os nativos a conhecem como Maiandeua, os de fora por Ilha de Algodoal. Esta é igualmente, o nome da maior vila, das quatro existentes na ilha. As outras três são Fortalezinha, Camboinha e Mocooca. A vila de Algodoal é a principal por ser a maior, a que possui a melhor infra-estrutura para acomodação de turistas e, consequentemente, a que recebe mais visitantes. A comunidade da ilha é formada por pessoas simples e receptivas que vivem, basicamente, da pesca, da agricultura de subsistência e, ultimamente, do turismo. A energia elétrica somente chegou em 2005 e o abastecimento de água é por meio de poços artesianos. Os meios de transporte existentes são a bicicleta, o barco e a carroça puxada por cavalo. Veículos terrestres motorizados não podem entrar na ilha.
Alter do Chão
Esta vila turística a 32 Km de asfalto de Santarém, às margens do Rio Tapajós, oferece algumas das melhores praias de rio da Amazônia. Chega-se a Santarém tanto de barco como de avião (1 hora de vôo de Belém ou de Manaus).. Conhecida como “Caribe Amazônico”, Alter oferece centenas de praias, em sua maioria desertas. As águas verdes, calmas e quentes do Tapajós são uma atração em si. Melhor é alugar um barco e sair, buscando os recantos mais bonitos. É Possível, ainda, visitar comunidades tradicionais, realizar caminhadas pela mata e, para quem gosta, uma pescaria.